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Encarando uma entrevista de emprego
03/09/2013

 Por Juliana Messias

Na caminhada em busca de um trabalho, nos deparamos com vários obstáculos, alguns pequenos e insignificantes, outros difíceis de superar, ainda mais quando somos jovens e costumamos criar grandes expectativas com relação às diversas situações. Acredito que uma das etapas mais difíceis na procura de um emprego é a temida entrevista.

A primeira vez que enfrentei uma entrevista de emprego foi aos 16 anos de idade, em uma empresa de telemarketing. Deparei-me com essa oportunidade por uma daquelas agências de estágios que ajudam jovens a encontrar o primeiro emprego. A vaga era simples, como as que geralmente encontramos por ai, segunda a sábado, horário flexível e bolsa auxílio razoável. O trabalho não parecia difícil, resumia-se em atendimento ao cliente, fazendo-me ter certeza de que era capaz de executá-lo.

Apesar disso, as duvidas invadiram meus pensamentos: Como me vestir? O que falar? Será que eles iram gostar de mim? Como será a concorrência? Devo ser confiante ou discreta? Não tinha a resposta para nenhuma dessas perguntas.

Comecei então a procurar ajuda pela internet, em livros e em conselhos de amigos e parentes, e acabei encontrando muita informação de como me portar em uma entrevista de emprego. Muitas delas repetiam as mesmas dicas, mas interpretadas de formas diferentes, e isso acabava me deixando ainda mais confusa. Tive a impressão de que aqueles que aconselham os jovens, com livros de autoajuda, esqueceram como é novo e complicado toda essa experiência.

Depois de tudo que vi e li, o momento havia chegado, e o nervosismo vinha de carona com ele. Mas já não era o momento para insegurança, e sim de coragem e confiança em que eu era.

Ao chegar no local, com currículo em mãos, me deparei com muitos como eu esperando a dinâmica começar, infelizmente eu não havia me preparado para uma dinâmica em grupo, e isso me deixou preocupada. Mas por incrível que pareça, foi mais tranqüilo do que imaginei, perguntas rápidas com foco apenas na vaga que ofereciam. A empresa provavelmente já era preparada para receber jovens em situações como esta, fazendo a dinâmica render melhor.

Por fim, a experiência foi positiva e fui aprovada, resultado de investimento em melhoria da minha comunicação e o autoconhecimento que obtive com consultoria, da qual me ajudou ter foco em meus objetivos podendo assim, alcançá-los.

Acredite e invista em você mesmo, procure se conhecer e entender melhor como funciona esta experiência, pois assim, a insegurança irá embora e terá bons resultados, como eu.



 
 
 
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